Færøerne


Vagár |

When arriving at the airport, before you head on to Tórshavn or wherever, why not first explore Vagár Island. To the east lies the largest lake in the Islands, Sørvágsvatn, falling into the Atlantic ocean through a waterfall, Bøsdalafossur. To the west a nice little town called Sórvagur with a beach. The weather in the Faroe's is very unpredictable and you can expect four seasons in one day. It was extremely foggy when I first arrived and a rainbow emerged from the mist.


I walked to the beach at Sórvagur, the island is filled with green mosses that find themselves covered in dewdrops many times. On the dark volcanic sand lay giant razor shells, long sponges and whelk eggs, treasures brought by the ocean. Spring time has just begun and the seabirds gather in couples, sing and chase each other in flight.

Funningsfijourd |

I spent twelve hours on a boat in funningsfjourd on a bright sunny day. I could see Slættaratindur, the highest mountain in the Islands.


There are seaweed forests underneath the water, giant kelps dancing with the currents, Laminaria digitataSacharina latissima and Alaria esculenta. They are inhabited by fish, polychaete's and small crustaceans: Crabs, Shrimp, Gammarids, which we saw aboard - it really is an Ocean Rainforest.

Kaldbak |

One morning, I went out hiking in the kaldbak mountains, keeping me company were the lovely Faroese sheep, that range freely everywhere. Mountains, meadows, cliffs and even eating seaweed on the beach. The rule is to fence the house and land from the sheep instead of the other way around.
On top of a hill rests a traditional house with a grass rooftop. They look so cosy and rustic they could be pulled out of a storybook. They absorve the many rainfalls and give a really good thermal insulation.

Free buses: 5V 5E 

Snorkeling in Kelp forests |

I went swimming in the freezing waters of the Atlantic, surrounded by the long kelp forests that kept entangling in my flippers. I lasted about half an hour with wet suit, head piece, socks and gloves. The underwater world is beautiful and colourful, shades of  yellow brownish, green and red everywhere I looked. I was too cold for explorer mode and finding interesting biodiversity, but I did come across this cute pink starfish, and yes I do look like a chubby seal.

Kirkjubøur |

This is one of the oldest villages on the Islands, and as such comes with many stories. The Magnus cathedral has been standing since medieval times and there is a family that has been living in the kirkjubø farm for 17 generations.

Free buses: 5V 5E

Tórshavn |

Tórshavn, or Thor's harbour, from the viking age norse mythology, is the capital of the Faroe Islands.  It is a very colourful town and is probably the busiest place in the islands. The parliament is settled in the old part of town, the Tinganes, wooden red houses with white windows and turf rooftops.


As isolated as they are, the Faroese are highly dependent on resources they obtain from around their environment: hares, sheep, birds, whales, fish.. Some of the techniques used by the first settlers for storing  food live on until today. Around Tórshavn you can find suspended fish being air dried, this is a normal sight and is a part of the fermentation process, it is called Ræstur fiskur.

Ræstur fiskur
The Nordic House

Hvítanes |

A little bit North of Tórshavn I came across the village Hvítanes, a nice, quiet and quaint spot. It was very windy that day. I walked towards the ocean passing by quacking geese that proceeded in a line, they weren't too happy about my intrusion. The villagers had their cars but also their boats, just parked by the water. 

Free buses: 2 & 5E
I was greeted with purrs and rubs by the fluffiest cat ever, he reminded me so much of Pinochio's Figaro with little white boots and black top. He sat on the steps of his front porch.

Most of the sheep in the Faroe's were either afraid of me or didn't really care, except for Liam's sheep. He must have mistaken me for somebody he knew, or was very curious, because way up from the hill top he glanced at me and decided to approach me, bleating all the way. He was very friendly and let me pet his nose but was disappointed that I had no food for him. His sudden interest made the remaining flock sheep curious, but they all kept their safety distance.

Fuzzy Woolie
Public transportation:
Airport to Tórshavn (70 dkk students)
Red buses free but don't run on Sundays

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Nas ilhas Faroe existe natureza agreste lindíssima. Verdes, amarelos e tons escuros envolvidos no infinito atlântico. As montanhas chegam às nuvens com os seus cumes cobertos de neve.

Vagár |

Ao chegar no aeroporto, antes de se dirigirem a Tórshavn, por que não explorar primeiro a ilha de Vagár. Para leste encontra-se o maior lago nas Ilhas, Sørvágsvatn, caindo no oceano Atlântico através de uma cascata, Bøsdalafossur. A oeste uma pequena vila chamada Sórvagur com uma praia.
O clima em Faroe é muito imprevisível e você pode esperar quatro estações em um dia. Foi muito nebuloso quando eu cheguei e um arco-íris surgiu da névoa.

Caminhei até à praia em Sórvagur, a ilha tem muitas vezes musgos verdes vestidos de orvalho.

Uma manhã fui fazer uma caminhada nas montanhas de Kaldbak, ar puro fresco na companhia das ovelhas. Corajosas, estão em todo o lado da ilha, a regra é pôr a vedação à volta das casas.

Na areia vulcânica escura, estão navalheiras gigantes, esponjas longas e ovos de búzios, tesouros trazidos pelo oceano. A primavera acaba de chegar e as aves marinhas vão namorando, cantam e brincam em vôo.

Funningsfijourd |

Passei doze horas num barco no meio de um fiorde, num dia de sol. Conseguia ver o Slættaratindur, a montanha mais alta das ilhas, coberta de neve.

Há florestas de algas debaixo de água, kelps gigantes que dançam com as correntes, Laminaria digitata, Sacharina latissima e Alaria esculenta. As algas são habitadas por peixes, poliquetas e pequenos crustáceos, caranguejos e camarões - é mesmo uma floresta tropical oceânica.

Kaldbak |

Uma manhã, fiz uma caminhada pelas montanhas em kaldbak na companhia das queridas ovelhinhas Faroesas que andam livremente por onde querem. Montanhas, prados, penhascos e até mesmo a comer algas na praia. A regra é vedar a casa e os terrenos, em vez de vedar as ovelhas, eheh.

No topo de uma colina, descansa uma casinha de telhado verde. São mesmo queridas e rústicas, parecem saídas de um conto. Elas absorvem as chuvadas e dão um excelente isolamento térmico.


Snorkeling nas florestas de algas |

Nadei nas águas geladas do Atlântico, rodeada de extensas florestas de algas que se emaranhavam nas minhas barbatanas. Aguentei cerca de meia hora com fato húmido, capuz, meias e luvas. O mundo subaquático é muito bonito e colorido, tons de castanho amarelado, verde e vermelho para onde quer que olhasse. Estava com demasiado frio para me aventurar e encontrar biodiversidade interessante, mas por acaso encontrei esta estrela do mar cor-de-rosa amorosa, e sim eu sei que pareço uma foca gordinha.

Kirkjubøur |

Esta é uma das aldeias mais antigas das ilhas, e, como tal, vem com muitas histórias. A catedral Magnus vem da época medieval e há uma família que vive há 17 gerações na quinta kirkjubø.

Tórshavn |

Tórshavn, ou o porto de Thor, da mitologia nórdica e era viking, é a capital das ilhas Faroé. É uma cidade muito colorida e provavelmente é o lugar mais movimentado nas ilhas. O parlamento está instalado na parte antiga da cidade, as Tinganes, casas vermelhas de madeira com janelas brancas e telhados de relva.

Por estarem tão isolados, os Faroeses são muito dependentes dos recursos que obtêm à sua volta: lebres, ovelhas, aves, baleias, peixes ... Algumas das técnicas utilizadas pelos primeiros colonos para preservar os alimentos chegaram aos dias de hoje. Em Tórshavn é comum encontrar peixes pendurados a secar ao ar livre, faz parte do processo de fermentação, e chama-se Ræstur fiskur.


Hvítanes |

Um pouco a norte de Tórshavn, está a aldeia Hvítanes, serena e pitoresca. Estava imenso vento naquele dia. Caminhei em direção ao oceano, passando por gansos resmungões que seguiram em fila indiana, não estavam nada contentes com a minha intrusão. Os habitantes tinham os seus carros, mas também os seus barcos, estacionados ao lado da água.

Fui recebida com ronrons e festinhad do gato mais fofinho de sempre, ele fazia-me lembrar o Fígaro do Pinóquio, com botinhas brancas e casaco preto. Ele lá se sentou-se nos degraus da sua varanda.


A maioria das ovelhas eram medrosas ou não me ligavam nenhuma, com exceção da ovelha do Liam. Ele deve ter me confundido com alguém que conhecia, ou então era muito curioso, porque viu-me do cimo de uma colina e decidiu aproximar-se, balindo todo o caminho. Ele era muito querido e deixou-me dar festinhas no seu nariz, mas ficou desiludido por não ter comida. O seu interesse súbito despertou a curiosidade do resto do rebanho, mas todos mantiveram uma distância de segurança.


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